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Estou me decompondo com a solidão frigida do meu quarto. 
E pra esquecer o tempo, finjo escrever. 
Não sei mais falar, perdi o jeito de abraçar,
o gosto de beijar, e falar coisas simples como “eu te amo”.
  Acho que estou meio viciado. É coisa de escritor. 
Quem escreve não vive, sobrevive das raras palavras.

(Ataniel dos Santos)

Ataniel Pegadas-2011 
© Todos os direitos reservados. 

Comentários

Anônimo disse…
Eu tenho sobrevivido de raras palavras. Adoro ler te.
Beijos!
Que mini texto ótimo ,
parabéns pela sua escrita
adoro ler as coisas que voce escreve
Beeeeeijos :**
Eu sei como é meu amigo. A gente fica meio que dependente das palavras. E não é ruim, visto que são delas que despertamos os sentimentos mais bleos que existem em nós.

hoje estou também à beira de abismos. E as letras são as poucas coisas que ainda me impedem de pular.

Coisas de escritor.


Abração amigo!
A. disse…
você sempre com essa palavras intensas e verdadeiras! Cara concordo com você!

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3ª EDIÇÃO

Olá, tudo bem?! Estou aqui mais uma vez para lançar um desafio aos meus blogueiros que sempre me visitam. Na sua 1ª edição e 2ª edição foi surpreendente um grande sucesso , acredito que nessa próxima edição a participação será maior. Alguns já conhecem por terem participado anteriormente, no entanto, outros precisam saber como funciona. Bem, cada um terá que completar uma linha ou uma estrofe do poema abaixo, ok?É bem simples, fácil de participar! Início :   28/01/11 Término :   28 /02/11. Será postado no dia,   01/03/11. Numa fria e densa manhã Estava ali, sozinho Sem ter ninguém pra abraçar Sem poder sentir o calor abrasador.